Ela me desperta vontades. Nunca sequer a vi a não ser nas telas, a partir do que ela me permite ver pelas suas redes sociais, a partir de algumas fotos ou áudios que ela me mandou em alguma de nossas conversas, mas tenho a intenção de vê-la assim que voltar àquela terra. Sem pressa. Ela tem um ar delicado, menina que normalmente se assustaria com meu jeito aberto, safado e desapegado, que me diria não querer se envolver com alguém como eu. Justamente por isso que ela me desperta vontades. Vontades de desarmar suas proteções, de beijá-la. Há uma foto que me faz querer tê-la nua de bruços na cama, com minha pica em sua boceta, minha mãe esquerda apertando seu braço esquerdo contra o colchão e os dedos da mão direita lhe apertando e arranhando as nádegas, subindo e puxando o cabelo.
Quando eu imagino puxando seu cabelo, imagino também o rosto deitado, de perfil para mim, com um pequeno silvo de dor prazerosa liberada em sua face, um pequeno gemido, seguido de um olhar de prazer direcionado aos meus olhos.
Seu jeito meigo e delicado, de menina cheia de pudores, desfeito pela luxúria. Não sei que loucuras são essas em minha mente que me fazem querer vê-la assim. Em mente, ela sustenta essa imagem social de menina tranquila, suave, recatada, delicada. E eu a queria sedenta por mais prazer, suada, entregue, rebolando em minha pica dura, me agarrando a nuca e me puxando para beijá-la. Essa mulher me enche de um tesão inimaginável. Vê-la dominada, descabelada, estapeada, pedindo para ser chamada de putinha. Gostaria de lhe proporcionar esse prazer sexual, carnal. Ser escravo do seu desejo de possuí-la e a ter de novo e de novo.
Queria comê-la de quatro, puxar-lhe o cabelo e ela subir, vir até mim, virar-me o rosto e me beijar a boca enquanto sua boceta é fodida, enquanto sua pele é arranhada, apertada, enquanto seu peito é segurado. Peitos que eu amaria e lhes daria igual atenção. Chupá-los, apertá-los, acariciá-los. Queria seus mamilos entumecidos em minha boca até que jorrassem leite e eu saciassem minha sede. Queria me deitar e vê-la se levantar, ajeitar delicadamente o cabelo, dar um passo, outro até mim, em pé, um pé em cada lado do meu ouvido, e sentar sua boceta na minha cara. Sufocar-me em seus pelos, quase assassinado por um priquito na cara. No aumento do tesão, sentir suas mãos apertando minha cabeça nela, meu nariz, minha boca, minha língua, minha cara apertada contra seu grelo quente e molhado; aquele gosto deslizando até minha garganta. Deliciosa. Seu gosto de mulher. A breve linguada em seu cu. Minha mão apertando-lhe com força a pele com a intenção de deixá-la marcada, vermelha, roxa. Depois de tanto chupar, de tanto prazer safado e mundano, carnal, ela mal se aguentaria de tanta tremedeira nas pernas e eu me levantaria, beijaria sua boca para que ela sentisse o próprio gosto, a seguraria em meus braços e, delicadamente, deitaria ela de frente para mim, aberta, mais que aberta, arreganhada, pegaria meu pau molhado e lhe enfiaria. Minha mão, com aquele cheiro gostoso do líquido de sua boceta e meu pau, seria levado e esfregado em seu rosto, meus dedos postos e sua boca para que o chupasse, o mordesse, enquanto a fodia, enquanto baixava a boca e morderia o músculo do seu pescoço, como um felino morde quando copula. Você seria, naquele momento minha presa, caçada, abatida, extasiada de prazer, entregue, devorada.
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