E quando a gente encontra um vazio que não pode ser preenchido por estar fora de nós?
Eu estou cheio de mim mesmo, desacobertando o manto chamado carne e vendo quem está aqui dentro. Um ser mais calmo. Passando do ego, descobrindo aos poucos os cantos desse falso centro. Percebo que mesmo ao escrever aqui, meu ego fala, e diz sobre o quanto tenho estado feliz pelo fato de poder vê-lo mais claramente. Aos poucos, à medida que vai tomando corpo o ego, vou percebendo o quão inútil ele é. Sua utilidade reside no fato de vermos sua pateticidade e então, encontrarmo-nos.
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